Desde os nossos bisavós tem-se cultivado uma atitude moderada em relação a ganhar dinheiro ou a ostentar riqueza. Gostamos de din-din, é claro, mas sem exageros. Existem coisas muito mais importantes, infinitamente mais importantes, existem sim. Mas se calhar de alguém ficar rico, pode convidar que nós vamos. E essa escolha tem de ser feita e refeita todos os dias, no decorrer dos anos e das décadas.
Nem por isso deixamos de "fazer a América", a nossa origem de imigrantes italianos e franceses, ou de exercer certa influência na sociedade, nossa origem também na aristocracia rural, de famílias portuguesas tradicionais, nem abrimos mão de fazer parte da população brasileira como qualquer outro cidadão de uma democracia, iguais em importância e em direitos. Quem sabe um dia no Brasil sejamos todos iguais também nas oportunidades de vida de nossas famílias. Essa tem sido a nossa postura e a nossa ética, de cultivar os antepassados mas também trabalhar para a melhoria da vida presente em nosso país.
Um dos símbolos disso era a preferência que o Vô Oscar dava para o Fusca, naquela época, e que mantivemos durante muito tempo. Não havia caminhão ou caminhonete que superasse a versatilidade e a robustez do fusca (naquele tempo, é claro). Mais tarde o Bimbo, seu filho, continuou essa opção, e ajudou a trazer a VW para São Carlos, mudando-se de São Paulo para cá a fim de implantar a Discasa, grande concessionária local, negociando com a sobrinha de Ademar de Barros e com o investidor Zé Lacerda, cujos filhos são hoje proprietários da Aufi, concessionária da Fiat.
E recentemente teve o Guilherme, o Guigo, que teve o "Fusca Dourado", todo eletrônico, incrementado, sem dúvida um dos mais belos fuscas antigos que o Brasil já teve, e que fazia sucesso em Sampa, por onde passava.
Nem por isso deixamos de "fazer a América", a nossa origem de imigrantes italianos e franceses, ou de exercer certa influência na sociedade, nossa origem também na aristocracia rural, de famílias portuguesas tradicionais, nem abrimos mão de fazer parte da população brasileira como qualquer outro cidadão de uma democracia, iguais em importância e em direitos. Quem sabe um dia no Brasil sejamos todos iguais também nas oportunidades de vida de nossas famílias. Essa tem sido a nossa postura e a nossa ética, de cultivar os antepassados mas também trabalhar para a melhoria da vida presente em nosso país.
Um dos símbolos disso era a preferência que o Vô Oscar dava para o Fusca, naquela época, e que mantivemos durante muito tempo. Não havia caminhão ou caminhonete que superasse a versatilidade e a robustez do fusca (naquele tempo, é claro). Mais tarde o Bimbo, seu filho, continuou essa opção, e ajudou a trazer a VW para São Carlos, mudando-se de São Paulo para cá a fim de implantar a Discasa, grande concessionária local, negociando com a sobrinha de Ademar de Barros e com o investidor Zé Lacerda, cujos filhos são hoje proprietários da Aufi, concessionária da Fiat.
E recentemente teve o Guilherme, o Guigo, que teve o "Fusca Dourado", todo eletrônico, incrementado, sem dúvida um dos mais belos fuscas antigos que o Brasil já teve, e que fazia sucesso em Sampa, por onde passava.